segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Resumindo




          Oi gente,


         Estamos chegando  a mais um final de semestre, recuperação de atividades, síntese reflexiva, relatório de estágio... A caminhada foi longa, alguns percalços, mas sinto que a vitória está próxima. Hoje, ainda, pensei nas muitas vezes em que estava desanimada e quase desisti. No início foi mais difícil, agora que passei pelo estágio, sinto que é só seguir em frente, pois a formatura está quase ali.
           Relendo as postagens e o textos indicados cheguei a algumas conclusões: minhas postagens são de fácil leitura, diria até mesmo interessantes, porém preciso aperfeiçoar minha escrita acadêmica e realmente sou uma professora questionadora, preocupada com a minha prática e com o tipo de aluno quero ter. Me sinto, sinceramente, responsável por auxiliar na construção de uma sociedade mais justa, igualitária e democrática. Tenho consciência de que o aluno de hoje é o sujeito crítico, participativo e autônomo do futuro, que ajudei a formar, ou o ser manipulável que deixei de incentivar e orientar para que fosse um cidadão, transformador da sociedade em que vivemos.
              Não poderia deixar de colocar nesta postagem, aqueles que me acompanharam nesta trajetória, por isso aí vão os meus colaboradores.


















Eu adoro esta "criançada"!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Aulas práticas




Oi pessoal,

    

            Analisando as postagens de 18/12 a 30/12 do ano de 2016, observei que várias foram as atividades práticas realizadas em sala com a turma de 5º ano, em que fui titular. Em Matemática confeccionamos jogos para trabalharmos frações. Em Ciências tivemos trabalhos em grupo com criação de vulcão e sistema solar, e em História a atividade foi descobrir a etnia que cada um pertencia e construir sua árvore genealógica. Tudo com direito a exposição e apresentação dos alunos.
             Acredito que poderia ter citados alguns autores e seus textos para embasar melhor as atividades utilizadas para que as crianças concretizassem a aprendizagem sobre os conteúdos de cada disciplina. Ao ler o texto Ciência lúdica: brincando e aprendendo com jogos sobre Ciências, onde foram relatados várias atividades, a maioria para Ensino Médio, mas que podem ser adaptados à realidade dos anos iniciais, pois a maioria dos assuntos abordados são interdisciplinares, e Ecologia, Corpo Humano e tantos outros conteúdos lá trabalhados, são de interesse de todos os alunos, mudando apena o enfoque, a maneira de ser desenvolvido. Tão interessante quanto o já citado, o  texto de Maria Aparecida Mezzalira Gomes e Evely Boruchovitch,  A aprendizagem por meio de jogos nos fala sobre a importância de uma aprendizagem lúdica e que o aluno possa construir suas respostas para as situações-problemas que forem surgindo.

          "Ao jogar, o sujeito poderá chegar a construção de respostas por meio de um trabalho, ao mesmo tempo, lúdico, simbólico e operatório e talvez possa modificar sua concepção e predisposição relativamente à própria aprendizagem, adotando uma atitude mais favorável. (Macedo,1995)"

         Percebo que a cada postagem existe uma evolução no meu pensar pedagógico, mas ainda necessito melhorar minha escrita acadêmica.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019




        Oi pessoal, 

      
        Uma das postagens que fiz, ainda em 2016 foi falando sobre as disciplinas de Geografia e História que são trabalhadas nos anos iniciais.
        Fazendo uma retrospectiva, podemos afirmar que os conteúdos destas disciplinas mudaram muito ao longo dos anos, principalmente porque anteriormente trabalhávamos História e Geografia separadamente, como se espaço e tempo fossem pontos divergentes. Sabemos que a história de uma sociedade está intimamente ligada com o ambiente em que ela ocorre, que itens como clima, vegetação, hidrografia, relevo, transformam e são transformados pelo homem e estas mudanças afetam a história que será contada para as gerações futuras. Precisamos trabalhar as disciplinas de forma integrada, relacionando os conteúdos de forma que os alunos possam tirar suas próprias conclusões sobre os acontecimentos e suas consequências.
              A história de um povo é muito mais do que datas e nomes, assim como o território de um país, que além de ser as riquezas e belezas naturais que o homem explora, também é constituído pela sua gente e maneira de viver.
               Neste  semestre fui incentivada a pensar melhor sobre o que é Ciência e sobre como devemos abordas esta disciplina junto às crianças. Sem dúvida está disciplina é a que mais chama atenção e causa interesse nos alunos. É como se ao estudar Ciências um mundo novo se abrisse para eles, fazendo com que a curiosidade seja aguçada e que experiências fantásticas possam acontecer. É uma pena que muitas vezes o professor ao invés de incentivar esta curiosidade, acabe tornando as aulas enfadonhas ao priorizar as cópias e as "decorebas".

terça-feira, 27 de novembro de 2018




           Oi gente,


            E lá vamos nós para mais uma reflexão sobre as postagens anteriores!
            Revendo as postagens de setembro, reli sobre a importância do brincar, do quanto a escola pode ser divertida sem deixar de ser um local de aprendizagens. Compreendi a importância dos jogos de exercícios, simbólicos, de coletividade como forma de aprendizagem. Também analisei alguns textos infantis e quais os benefícios da leitura para as crianças. As histórias não servem apenas para serem compreendidas e interpretadas, mas devem fazer sonhar e instigar a criatividade.
          Citei o texto"Agitação que faz bem" da professora de Psicologia do Desenvolvimento, Anna Oliveiro Ferraris e também o "Encantos para sempre" da autora Ana Maria Machado, que tem em mim uma fã incondicional.
           Em todas as postagens coloco como compreendi os textos do semestre e a minha opinião sobre os autores que estudamos.










segunda-feira, 19 de novembro de 2018





Oi pessoal,


          Reli minha postagem do dia 29/09 e senti saudade dos trabalhos que realizei com minha paralela daquele ano. O planejamento foi todo em cima do livro "Que bicho tem no verso?" em forma de poesia. 
          Hoje tenho mais consciência do quanto um planejamento interdisciplinar é importante.  Não é uma tarefa fácil planejar com turmas tão heterogêneas como as que temos no estado. São crianças que não sabem ler, juntamente com as que já sabem interpretar e compreender bem vários tipos de textos. Por isso a professora precisa fazer de 2 a 3 planos diferentes para a mesma turma. E normalmente quem trabalha no estado precisa atender a duas turmas diferentes, consequentemente faz o dobro de planos para cada dia.
         É difícil ser professor neste país! 

sexta-feira, 16 de novembro de 2018




Oi pessoal,


     Está muito difícil! É muita correria! Tudo bem que o planejamento sempre temos que fazer, mas é que tenho planejado bem dizer para 4 turmas. Além do 5º ano, tenho à tarde um 3º ano que está dividido em 3: os que não sabem ler e escrever, os que começaram a ler depois de setembro e os que estão no "nível" de 3º ano. Estou substituindo a profª que desistiu de trabalhar no estado. Estou quase fazendo isto também!
        Bom, na última postagem de 2015 fiz uma boa reflexão sobre as escolas inovadoras e a importância do brincar na escola. Estava cheia de perspectivas para o novo ano, mas ele não foi tão bom assim. Aliás, foi um dos mais difíceis para mim: meu pai faleceu em junho, fui demitida da escola particular em julho e em outubro, meu esposo fez uma cirurgia cardíaca... me desestruturei toda. Nem gosto de lembrar disso tudo.
         Observo que as postagens anteriores a 2017 colocava muito a minha opinião sobre o que lia. Falei da minha ignorância sobre a língua de sinais, mas mesmo fazendo as leituras necessárias, ainda não citava as obras e seus autores. 

quarta-feira, 31 de outubro de 2018



Oi turma,

      Estou com dificuldade em analisar as minhas primeiras postagens.  A atividade deste semestre é refletir sobre as nossas reflexões dos 4 primeiros semestres. Pois então, elas foram muito fraquinhas!! Estava sempre atrasada nas atividades, correndo "atrás da máquina" como se diz.  Não tem como negar, as últimas estão bem melhores. No início apenas citava os textos que deveríamos ler. Somente mais tarde comecei a escrever sobre eles, argumentando e exemplificando situações.
      Bom, acho que este foi o caminho das minhas aprendizagens. Foi lento e longo. E difícil.





Como uma planta, meu crescimento profissional foi se desenvolvendo aos poucos. Conforme eu interagia, criava, refletia e planejava minhas aulas, meu conhecimento ganhava força, direção e frutificava.