sábado, 29 de junho de 2019





Oi pessoal,


         Esta é minha última postagem do semestre! Sei que deveríamos fazer uma reflexão da reflexão, mas hoje eu só consigo pensar que EU CONSEGUI CHEGAR AO FINAL DO CURSO!
          Parece que foi ontem que comecei esta caminhada, mas foi em 2014 no 2º semestre. De lá pra cada tanta coisa aconteceu! Perdi meu pai, meu marido fez cirurgia cardíaca, troquei de escola, entrei em depressão! Meu Deus! Mas, estou aqui quase me formando. Na verdade a formatura é só dia 12 de setembro, mas o fato de saber que o curso terminou, me dá um alívio. É como se tirasse um peso das minhas costas.
         Agora vou ter mais tempo para as minhas coisas! Minha família, minhas leituras, meus passeios e tudo o que me privei enquanto estudava. Além , do mais, depois poderei solicitar minha alteração de nível e meu salário base vai aumentar.
              Agradeço a Deus por ter me dado força e persistência para concluir o curso.








quinta-feira, 20 de junho de 2019



Oi pessoal,


      Estou chegando na reta final. Últimos ajustes no TCC, finalizar tarefas das Interdisciplinas e aguardar para apresentação no dia 08 de julho.
           Quando comecei o curso a minha única preocupação era conseguir meu diploma. Agora que completei toda esta jornada, estou feliz comigo mesma por tem seguido em frente mesmo quando estava cansada, desanimada e triste com toda a situação da educação no Brasil, eu não desisti. Tive muitas pedras no meu caminho, mas chutei longe todas elas e vou conseguir me formar. Aprendi muitas coisas, revi valores, refleti, mudei minha prática e continuei na caminhada que acredito.
                Continuando sobre nossas reflexões semestrais, em dezembro de 2018 postei minhas ideias a respeito dos temas geradores, que surgem de um diálogo com a turma. É através de sugestões, de opiniões das crianças que surgem os assuntos que devemos trabalhar. Nada mais democrático do que isto: trabalhar o que a turma quer aprender.




                

segunda-feira, 3 de junho de 2019


 Oi pessoal

        Estamos aqui, novamente,  avaliando nossas postagens anteriores. No mês de março de 2018 iniciamos a interdisciplina de Educação e Tecnologias da Informação e da Comunicação.  Essa foi uma das interdisciplinas que mais gostei. Se tivesse que decidir qual disciplina me proporcionou maior aprendizagem, com certeza diria que foi esta. 
           A partir dos textos e videos fui aprendendo como é importante dominar as tecnologias e propiciar ao nosso estudante novas oportunidades de adquirir novos conhecimentos. No vídeo Evolução das escolas, podemos ter uma ideia de quanto é necessário estar aberto a novos saberes, mas principalmente, compreender qual é função deste saber.

Resultado de imagem para tecnologias da informação na educação.


Dica de vídeo

Etnia ou raça?




Oi pessoal,


       Na minha postagem de 03/09/17 refleti sobre o qual a diferença entre etnia e raça. Percebo que nesta postagem especifica,  falei mais sobre a o que acreditava ser a diferença entre os dois conceitos. 
           O conceito de raça esta mais ligado a ideia errônea  de traços biológicos em quanto etnia tem seu conceito ligado a construções culturais de uma determinada comunidade.


Resultado de imagem para imagem sobre etnia e raça



Imagem relacionada



quarta-feira, 22 de maio de 2019

Escolas democráticas



Oi pessoal,


         O que são escolas democráticas?  Esta foi uma reflexão feita em 2018. Ouvi relatos de escolas como a Politea e a Viver (vídeo abaixo) e meu interesse por este tipo de instituição aumentou muito. No início não acreditava que era possível, ou melhor, que existia no Brasil este tipo de educação. Mas, fiquei surpresa ao ver exemplos de que dar voz aos alunos estimula, em cada um, o senso de dever, de responsabilidade, de respeito e de consciência de seus direitos. As crianças passam a se responsabilizar por suas decisões e compreendem que cada ação gera uma consequência. 





quarta-feira, 15 de maio de 2019

Desigualdade


             



    Oi pessoal
  

     No dia 15/01/2018 fiz uma postagem sobre a desigualdade social no Brasil. Falei sobre os motivos e as consequências da enorme diferença entre as classes sociais brasileiras. Trouxe informações baseadas em pesquisas e deixei minha opinião sobre tudo isso. E a verdade é que nada mudou, ou melhor, piorou a situação do país. 
     Estamos mais pobres, mais sucateados, mais desmoralizados. O governo atual, escolhido democraticamente , chamou estudantes e professores "de imbecis e idiotas que servem a uma minoria manipuladora. " E o que foi que fizeram conosco durante a ditadura? Não fomos calados e sub julgados? Para não esquecermos dos que foram torturados e mortos!         
          Hoje teve passeata e protesto contra os cortes de verbas para educação federal e também contra as reformas da previdência. Muita gente na rua, pensando no bem comum. Mas, muitas pessoas reclamando da tranqueira, dos atrasos...Depois não sabem porque este governo quer acabar com disciplinas como Filosofia, Sociologia, entre outras. Quanto mais ignorante o povo melhor para este políticos de carreira.




Resultado de imagem para imagem de desigualdade social



Até quando isso?

domingo, 28 de abril de 2019

As mesmas reflexões






Oi pessoal,


         Nas postagens de julho de 2017 falei bastante sobre reflexões. Naquele período discutimos sobre a velhice e as escolhas que fazemos ao longo de nossa vida. Quanto as escolhas que fazemos na nossa juventude vão interferir na nossa velhice? Só que entendemos essa importância quando já estamos "maduros" e devemos nos culpar por alguma escolha errada? Mas, como saberíamos que não seria a melhor decisão que tomamos? Procuramos o melhor sempre, queremos acertar sempre. Assim como um professor, que opta por seguir uma determinada linha pedagógica e acredita que esta será a melhor para os seus alunos. Ora, quem vai querer perder tempo testando qual a melhor forma de ensinar? 
                 A verdade é que fazer escolhas é difícil. Alguém me disse um tempo atrás que, qualquer escolha que façamos,  sempre ganhamos e perdemos ao mesmo tempo. Mais ou menos como o poema de Cecília Meireles, Ou Isto, ou Aquilo.
                Cabe ao professor refletir sempre sobre suas escolhas. Principalmente antes de decidir. É necessário estudo, criticidade, desafiar a si mesmo, buscar novos caminhos e querer acertar.          





          

domingo, 14 de abril de 2019


   Oi pessoal,




      E pra hoje o que temos de reflexão são as palavras do educador José Pacheco:


" E, hoje, cadê a coragem cívica dos companheiros especialistas das ciências da educação? Porque aquilo que mais preocupava Luther King não era o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que mais o preocupava era “o silêncio dos bons”. Neste tempo de ministeriais disparates, o silêncio das ciências da educação começa a ser preocupante, insustentável, obsceno… ensurdecedor."


José Pacheco


        Os governos querem calar a nossa voz. Estão usando de violência psicológica para nos desanimar. É uma violência o que fazem com os profissionais da educação. Não é só uma questão de salários parcelados ou atrasados. É a humilhação de termos que pedir empréstimos aos bancos, incomodar familiares, adiar pagamentos e inventar desculpas pelos atrasos. É desgastante, terrível e muito triste.

terça-feira, 9 de abril de 2019


Oi pessoal,


         O assunto era Gestão Democrática e a construção do PPP.


a de proporcionar a educação emancipadora, formar um indivíduo autônomo, crítico, capaz de intervir para a transformação da sociedade.”
                                                                                         Galina e Carbello

Compartilhar a elaboração é essencial para uma gestão democrática.

"Mesmo que no começo do processo de discussão poucos participem com opiniões e sugestões, o gestor não deve desanimar. Os primeiros participantes podem agir como multiplicadores e, assim, conquistar mais colaboradores para as próximas revisões do PPP"

 Celso dos Santos Vasconcellos


             Quanto mais me informo sobre estas duas questões, mais tenho certeza de que não existe outro modo de se gerenciar uma escola se não for com democracia e participação de todos. A escola que quer formar cidadãos deve agir de forma reflexiva, critica, justa e solidária. Por isso a importância de ouvir a todos da comunidade escolar.
         

domingo, 31 de março de 2019

Ainda penso assim



Oi pessoal,


          Retomando minhas reflexões. Este é o último semestre, depois:FORMATURA!!! Parece que iniciei ontem a faculdade. Já sou quase uma Pedagoga. Na verdade já me sinto, afinal estamos na sinaleira, mas a aprendizagem não acabará quando o curso terminar. Esta é uma característica da minha profissão: aprendemos e ensinamos sempre.
        Bem, como disse no início estou retomando minhas reflexões, que devem ser feitas em cima dos últimos semestres de 2017/2018. Nas duas primeiras postagens falo sobre a minha decepção com a atitude de alguns profissionais da área. Temos todos os motivos para ficarmos desanimados: salários, falta de estrutura, etc, etc, etc; mas temos um único motivo para não desistirmos: as crianças. Se, nós, professores deixarmos que a Educação vá mais ainda para o buraco, qual vai ser a perspectiva dos alunos.
       Claro que os governos, tanto Federal quanto Estadual querem acabar com a Educação. Quanto mais ignorantes e alienados, mas fácil o povo é de manipular. Mas, eu não quero este Brasil para minha filha. Ela merece muito mais. Merece escola equipada, professores qualificados, merenda realmente nutritiva e uma educação de 1º mundo. Esta história de " Eu finjo que ensino e eles fingem que aprendem." , como coloquei na outra postagem é uma vergonha para a categoria.          Continuo afirmando que é importante o professor refletir sobre sua prática e principalmente entender como o aluno aprende e se o que estamos ensinando realmente é importante para o seu desenvolvimento como cidadão. Queremos ver o crescimento intelectual e social daqueles que passam boa parte do seu dia conosco, querendo atenção e auxílio para descobrir um mundo novo através da educação. E para que alcancem o objetivo de tornarem-se cidadãos e protagonistas da sua história é necessário que o professor  incentive o questionamento, a expressão de ideias,  a opinião e a crítica sobre o trabalho planejado e realizado com a turma.
          Que possamos refletir sobre o que queremos e quais as oportunidades estamos oferecendo  aos nossos alunos.
                 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Resumindo




          Oi gente,


         Estamos chegando  a mais um final de semestre, recuperação de atividades, síntese reflexiva, relatório de estágio... A caminhada foi longa, alguns percalços, mas sinto que a vitória está próxima. Hoje, ainda, pensei nas muitas vezes em que estava desanimada e quase desisti. No início foi mais difícil, agora que passei pelo estágio, sinto que é só seguir em frente, pois a formatura está quase ali.
           Relendo as postagens e o textos indicados cheguei a algumas conclusões: minhas postagens são de fácil leitura, diria até mesmo interessantes, porém preciso aperfeiçoar minha escrita acadêmica e realmente sou uma professora questionadora, preocupada com a minha prática e com o tipo de aluno quero ter. Me sinto, sinceramente, responsável por auxiliar na construção de uma sociedade mais justa, igualitária e democrática. Tenho consciência de que o aluno de hoje é o sujeito crítico, participativo e autônomo do futuro, que ajudei a formar, ou o ser manipulável que deixei de incentivar e orientar para que fosse um cidadão, transformador da sociedade em que vivemos.
              Não poderia deixar de colocar nesta postagem, aqueles que me acompanharam nesta trajetória, por isso aí vão os meus colaboradores.


















Eu adoro esta "criançada"!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Aulas práticas




Oi pessoal,

    

            Analisando as postagens de 18/12 a 30/12 do ano de 2016, observei que várias foram as atividades práticas realizadas em sala com a turma de 5º ano, em que fui titular. Em Matemática confeccionamos jogos para trabalharmos frações. Em Ciências tivemos trabalhos em grupo com criação de vulcão e sistema solar, e em História a atividade foi descobrir a etnia que cada um pertencia e construir sua árvore genealógica. Tudo com direito a exposição e apresentação dos alunos.
             Acredito que poderia ter citados alguns autores e seus textos para embasar melhor as atividades utilizadas para que as crianças concretizassem a aprendizagem sobre os conteúdos de cada disciplina. Ao ler o texto Ciência lúdica: brincando e aprendendo com jogos sobre Ciências, onde foram relatados várias atividades, a maioria para Ensino Médio, mas que podem ser adaptados à realidade dos anos iniciais, pois a maioria dos assuntos abordados são interdisciplinares, e Ecologia, Corpo Humano e tantos outros conteúdos lá trabalhados, são de interesse de todos os alunos, mudando apena o enfoque, a maneira de ser desenvolvido. Tão interessante quanto o já citado, o  texto de Maria Aparecida Mezzalira Gomes e Evely Boruchovitch,  A aprendizagem por meio de jogos nos fala sobre a importância de uma aprendizagem lúdica e que o aluno possa construir suas respostas para as situações-problemas que forem surgindo.

          "Ao jogar, o sujeito poderá chegar a construção de respostas por meio de um trabalho, ao mesmo tempo, lúdico, simbólico e operatório e talvez possa modificar sua concepção e predisposição relativamente à própria aprendizagem, adotando uma atitude mais favorável. (Macedo,1995)"

         Percebo que a cada postagem existe uma evolução no meu pensar pedagógico, mas ainda necessito melhorar minha escrita acadêmica.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019




        Oi pessoal, 

      
        Uma das postagens que fiz, ainda em 2016 foi falando sobre as disciplinas de Geografia e História que são trabalhadas nos anos iniciais.
        Fazendo uma retrospectiva, podemos afirmar que os conteúdos destas disciplinas mudaram muito ao longo dos anos, principalmente porque anteriormente trabalhávamos História e Geografia separadamente, como se espaço e tempo fossem pontos divergentes. Sabemos que a história de uma sociedade está intimamente ligada com o ambiente em que ela ocorre, que itens como clima, vegetação, hidrografia, relevo, transformam e são transformados pelo homem e estas mudanças afetam a história que será contada para as gerações futuras. Precisamos trabalhar as disciplinas de forma integrada, relacionando os conteúdos de forma que os alunos possam tirar suas próprias conclusões sobre os acontecimentos e suas consequências.
              A história de um povo é muito mais do que datas e nomes, assim como o território de um país, que além de ser as riquezas e belezas naturais que o homem explora, também é constituído pela sua gente e maneira de viver.
               Neste  semestre fui incentivada a pensar melhor sobre o que é Ciência e sobre como devemos abordas esta disciplina junto às crianças. Sem dúvida está disciplina é a que mais chama atenção e causa interesse nos alunos. É como se ao estudar Ciências um mundo novo se abrisse para eles, fazendo com que a curiosidade seja aguçada e que experiências fantásticas possam acontecer. É uma pena que muitas vezes o professor ao invés de incentivar esta curiosidade, acabe tornando as aulas enfadonhas ao priorizar as cópias e as "decorebas".

terça-feira, 27 de novembro de 2018




           Oi gente,


            E lá vamos nós para mais uma reflexão sobre as postagens anteriores!
            Revendo as postagens de setembro, reli sobre a importância do brincar, do quanto a escola pode ser divertida sem deixar de ser um local de aprendizagens. Compreendi a importância dos jogos de exercícios, simbólicos, de coletividade como forma de aprendizagem. Também analisei alguns textos infantis e quais os benefícios da leitura para as crianças. As histórias não servem apenas para serem compreendidas e interpretadas, mas devem fazer sonhar e instigar a criatividade.
          Citei o texto"Agitação que faz bem" da professora de Psicologia do Desenvolvimento, Anna Oliveiro Ferraris e também o "Encantos para sempre" da autora Ana Maria Machado, que tem em mim uma fã incondicional.
           Em todas as postagens coloco como compreendi os textos do semestre e a minha opinião sobre os autores que estudamos.










segunda-feira, 19 de novembro de 2018





Oi pessoal,


          Reli minha postagem do dia 29/09 e senti saudade dos trabalhos que realizei com minha paralela daquele ano. O planejamento foi todo em cima do livro "Que bicho tem no verso?" em forma de poesia. 
          Hoje tenho mais consciência do quanto um planejamento interdisciplinar é importante.  Não é uma tarefa fácil planejar com turmas tão heterogêneas como as que temos no estado. São crianças que não sabem ler, juntamente com as que já sabem interpretar e compreender bem vários tipos de textos. Por isso a professora precisa fazer de 2 a 3 planos diferentes para a mesma turma. E normalmente quem trabalha no estado precisa atender a duas turmas diferentes, consequentemente faz o dobro de planos para cada dia.
         É difícil ser professor neste país! 

sexta-feira, 16 de novembro de 2018




Oi pessoal,


     Está muito difícil! É muita correria! Tudo bem que o planejamento sempre temos que fazer, mas é que tenho planejado bem dizer para 4 turmas. Além do 5º ano, tenho à tarde um 3º ano que está dividido em 3: os que não sabem ler e escrever, os que começaram a ler depois de setembro e os que estão no "nível" de 3º ano. Estou substituindo a profª que desistiu de trabalhar no estado. Estou quase fazendo isto também!
        Bom, na última postagem de 2015 fiz uma boa reflexão sobre as escolas inovadoras e a importância do brincar na escola. Estava cheia de perspectivas para o novo ano, mas ele não foi tão bom assim. Aliás, foi um dos mais difíceis para mim: meu pai faleceu em junho, fui demitida da escola particular em julho e em outubro, meu esposo fez uma cirurgia cardíaca... me desestruturei toda. Nem gosto de lembrar disso tudo.
         Observo que as postagens anteriores a 2017 colocava muito a minha opinião sobre o que lia. Falei da minha ignorância sobre a língua de sinais, mas mesmo fazendo as leituras necessárias, ainda não citava as obras e seus autores. 

quarta-feira, 31 de outubro de 2018



Oi turma,

      Estou com dificuldade em analisar as minhas primeiras postagens.  A atividade deste semestre é refletir sobre as nossas reflexões dos 4 primeiros semestres. Pois então, elas foram muito fraquinhas!! Estava sempre atrasada nas atividades, correndo "atrás da máquina" como se diz.  Não tem como negar, as últimas estão bem melhores. No início apenas citava os textos que deveríamos ler. Somente mais tarde comecei a escrever sobre eles, argumentando e exemplificando situações.
      Bom, acho que este foi o caminho das minhas aprendizagens. Foi lento e longo. E difícil.





Como uma planta, meu crescimento profissional foi se desenvolvendo aos poucos. Conforme eu interagia, criava, refletia e planejava minhas aulas, meu conhecimento ganhava força, direção e frutificava.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018




E aí turma,

       

      Preferiria que as postagens de setembro de 2015 fossem mais agradáveis. Mas, a maioria foi uma sucessão de desabafos sobre parcelamentos, falta de incentivo e desvalorização da profissão. Uma das minhas falas, ao colocar uma imagem, foi que mesmo assim eu continuo na profissão. De lá pra cá não mudou muita coisa, os salários continuam parcelados e as escolas mais abandonadas. Não estou na mesma escola daquela época e apesar de a atual escola ser espaçosa, bem equipada e localizada em um bom bairro da capital, falta dinheiro para merenda, as salas precisam de manutenção, inclusive uma está interditada porque os morcegos tomaram conta. O cheiro é insuportável, principalmente quando faz calor. Mas, a direção não tem o que fazer, a não ser pedir auxílio a SEDUC, que nada faz. Só sabem responder que não há verba. Verba há, o que não há é vergonha na cara desses governantes. Entra e sai governo e é a mesma coisa. Vamos ver como vai ser o próximo.




           E é por isso que não desisto, porque podemos fazer a diferença.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018





Oi pessoal,


         Aprendi muito durante todo este tempo, mas com certeza um das mais significativas foi utilizar a tecnologia a favor das aulas. Retornando a uma das minhas postagens de setembro de 2015, pude relembrar da dificuldade que tive em criar o vídeo da minha apresentação pessoal. Depois inserir no blog foi um custo. Claro que ainda tenho muita coisa para descobrir, por exemplo, trabalhar com o Evernote, mas hoje já estou mais segura para experimentar. Criei com a turma do 5º ano um blog onde eles estão digitando os próprios textos. Agora as aulas são planejadas de forma que as crianças possam utilizar a sala de informática e a digital. Eles estão criando vídeos sobre os trabalhos que fazem em aula e algumas apresentações.
          Outro ponto importante é que me dediquei mais a leitura dos textos recomendados e, por isso, minhas reflexões foram ficando cada vez mais embasadas e refletindo na minha prática. Um dia desses, fui questionada por uma mãe sobre a "minha" metodologia. Em outros tempos teria ficado apreensiva em responder, mas ao contrário disto, disse-lhe que acreditava no meu trabalho e que estaria à disposição da família caso quisesse maiores  esclarecimentos sobre a minha prática pedagógica. O questionamento acabou aí. Então, lembrei do que uma colega disse em outra oportunidade: "- Por que ninguém entra no consultório de um médico, ou no escritório de advogado ou engenheiro,  e lhe diz , quem sabe o senhor faz de outro jeito?"  É, quem ousa discutir com alguém que cursou uma faculdade, afinal ele estudou para isto? A questão é quanto de valor nós nos damos, o quanto eu acredito no meu trabalho!

segunda-feira, 1 de outubro de 2018



Oi pessoal,


      Agora percebo o quanto evoluí na escrita das minhas reflexões. As primeiras, em agosto de 2015, apesar de falar das experiências que tive naquele semestre, foram apenas registros muito superficiais. Passei aqueles semestres tentando me desculpar por não conseguir realizar todas as tarefas em dia. Meu grande vilão sempre foi o tempo. De certa forma não havia compreendido que precisava rever minhas prioridades.
        Porém, uma coisa não mudou: continuo me questionando sobre a professora que sou. Como naquele tempo, hoje, acho que até mais do que "ontem", questiono as minhas posições, a minha prática e o meu desempenho. Sei que melhorei, porque aprendi muito como ser humano e profissional, mas a tentativa de ser melhor está sempre presente. Acredito que isto faça parte da profissão. É próprio do professor querer melhorar. 
         Será? O questionamento vai sempre existir.